A Sociedade do Espetáculo

O livro hoje recomendado, é intitulado A Sociedade do Espetáculo.  Publicado em 1967 pelo pensador francês Guy Debord, é considerado uma das 10 principais obras do Século XX.

Nesta obra, composta de nove capítulos, Debord faz uma crítica radical a todo e qualquer tipo de imagem que leve o homem à passividade e à aceitação dos valores preestabelecidos pela sociedade midiática.

Para ele, ‘toda a vida das sociedades se apresenta como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era vivido diretamente tornou-se uma representação’.

Os indivíduos na sociedade dos espetáculos, renunciam a realidade dos acontecimentos da vida e passam a viver num mundo movido pelas aparências e consumo permanente de fatos, notícias, produtos e mercadorias.

Esse contexto nos deve preocupar, pois instituições e pessoas se reconstroem em uma aparência, sustentada na exposição midiática sem um aprofundamento da realidade objetiva, criando uma  sociedade esfacelada e dividida.

As mídias são apenas ‘a manifestação superficial mais esmagadora da sociedade do espetáculo, que faz do indivíduo um ser infeliz, anônimo e solitário em meio à massa de consumidores’’.

Resultado desse contexto, a depressão tem sido a principal doença do século XXI. Ela reflete a solidão em meio à multidão. A fragilidade nas relações são resultados dessa espetacularização, onde se demonstra centenas de amigos nas redes sociais, mas no entanto, 90% desses “amigos” são virtuais.

Em nome da espetacularização da informação, noticiamos as tragédias privadas sem o menor pudor e humanismo. Imagens e cenas de violência são compartilhadas de forma natural.

Precisamos ter muito cuidado, pois vivemos em um ambiente da manipulação, onde o homem acaba sendo governado por algo que ele próprio criou, pois segundo Debord, “no mundo realmente invertido, o verdadeiro é um momento do falso”.

A conjuntura política, econômica, social e cultural em que vivemos, torna a leitura do livro de Debord bastante oportuna e indispensável.

IBEC SE TORNA POLO DA UNIFACS LAUREATE

O Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Tecnologia- IBEC, ampliando e fortalecendo ações na área educacional, assinou contrato e se tornou Polo EAD da UNFACS/LAUREATE em Ilhéus.

Considerado o maior grupo educacional do mundo, com mais de 80 instituições de ensino superior presente em 29 países, a norte-americana LAUREATE adquiriu no Brasil a Universidade Salvador – UNIFACS, Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Potiguar –UnP, a UNINORTE em Manaus e o complexo educacional FMU.

Com objetivo de tornar-se referência em EAD no Brasil, a LAUREATE buscou instituições com experiência e credibilidade nos municípios para se tornarem seu Polo, oferendo cursos de Graduação e Pós-Graduação.

Os cursos do EAD UNFACS/LAUREATE representado pelo IBEC, são 100% on line com orientação de tutores e suporte dos Polos nas avaliações e acompanhamento.

 Para o Professor Reinaldo Soares, Diretor do IBEC, esta parceria consolida o Ibec como instituição antenada ás demandas do mercado e necessidades do consumidor que tem na Educação sua inserção social e crescimento profissional.

Ao tornar-se Polo do EAD UNFACS/LAUREATE, o Ibec oportuniza aos moradores de Ilhéus e região, cursarem o seu tão sonhado curso superior em Negócios Imobiliários, Administração, Ciências Contábeis, Letras, Pedagogia, Serviço Social, Gestão Hospitalar, Marketing e mais outros 10 cursos autorizados pelo MEC que fazem parte do portfólio.

 Mostrando que veio para ser líder, a LAUREATE contratou como garota propaganda a cantora Ivete Sangalo, que por meio de inserções em mídias nacionais, estará divulgando os cursos que tem mensalidades a partir de R$159,0.

As inscrições poderão ser feitas pelos sites ibecbr.com.br, eadlaureate.com. br ou visitar o Ibec na Rua Maria Quitéria, Centro de Ilhéus, na antiga fábrica do Café Polar. O telefone do contato é 3633-3205, WatsApp 98877-2914 e o horário de atendimento é das 14:00 ás 22:00.

BRASIL: Uma Nação dividida.

 

BRASIL DIVIDIDO

 

 

 

Vivemos no Brasil, um clima de divisão permanente, entre eles e nós, coxinhas e mortadelas.

Os brasileiros estão cada vez mais se dividindo e, nessa divisão estamos perdendo o sentido comum.

Não se discute se os coxinhas representam a direita e os mortadelas a esquerda. A discussão deve ser qual o Brasil que queremos? Que tipo de país desejamos?

Luta-se para mostrar quem começou a corrupção ou quem é mais ou menos corrupto.

A discussão para construir um país melhor é que a punição seja para todos, não importa que seja coxinha ou mortadela. Não importa que seja Eles ou Nós.

Ou estancamos a sangria da corrupção que o Brasil apresenta, ou perderemos esse momento histórico de remodelar os políticos e a forma de fazer política.

A dicotomia Direita X Esquerda nesse contexto está superada em torno dos corruptos e não corruptos.

O futuro do Brasil passa por uma mudança de postura. Essa mudança envolve desde o nascimento oficial do Brasil, quando lá em sua carta, Pero Vaz de Caminha encerra pedindo ao Rei de Portugal um emprego pra seu genro que estava nas índias.

Ai surge o Nepotismo no Brasil que permanece até hoje com suas variações de corrupção.

A Ética é relativizada quando nos afeta ou envolve quem é do nosso convívio. Na medida que relativizamos a Ética, estamos relativizando o que é certo e errado, o legal e o moral se confrontam e os príncípios são superados.

Ou pensemos o Brasil em uma perspectiva maior, de Nação, ou reduziremos a fetiches de coxinhas e mortadelas.

O combate a corrupção envolve a punição de corruptos e corruptores. Envolve mudança de hábitos e posturas. Envolve mudança cultural. Começemos e lutemos por isso.

DIA DO PEDAGOGO: “GUARDIÃO DO ESTADO”

Neste 20 de Maio, comemora-se o dia do Pedagogo. A data foi instituída em 2010 no Brasil, como forma de valorizar e discutir a importância desse profissional na sociedade.

De origem grega, a palavra Pedagogo vem de PAIDAGOGOS, de PAIS, “criança”, mais AGOGOS, “guia”, “líder”, AGEIN, “guiar”.

A origem Latim, é PAEDAGOGUS, o escravo que levava o filho à escola da antiga Roma e o supervisionava em termos gerais, passando mais tarde a ensinar essa criança também.

O símbolo oficial da pedagogia  é o Caduceu de Hermes à frente de uma flor de lis.

O caduceu é um tipo de bastão vertical com asas, em torno do qual se enrolam duas serpentes. Esse bastão representa o poder do profissional, sua capacidade de trazer mudanças. As asas revelam o equilíbrio dessa transformação, bem como a qualidade do pedagogo, que deve ser ágil e disponível. As serpentes entrelaçadas em torno do bastão, por sua vez, representam conhecimento e sabedoria. Além da sabedoria, a flor de lis é símbolo do espírito nobre e da orientação.

O filósofo grego Platão é considerado como o primeiro pedagogo, por este ter desenvolvido um sistema educacional integrado a uma dimensão ética e política. Para Platão, o objetivo final da educação, era a formação do homem moral, vivendo em um Estado justo.

Ao longo do tempo, o Pedagogo se firmou como um profissional relacionada à ciência do ensino, muito focada apenas no conhecimento instrumental, técnico.  Na visão platônica, o sistema de ensino deve mobilizar a sociedade para formar sábios e encontrar virtudes, realidade muito distante do que encontramos.

Em momentos de instabilidade, precisamos encontrar soluções na área que garante um futuro sustentável, essa área é a Educação e o Pedagogo é o especialista que, a partir de uma formação solida e valorização social e econômica, será capaz de pavimentar caminhos de uma sociedade mais virtuosa, menos individualista e mais justa.

Parabéns aos Pedagogos pela brilhante missão de criar possibilidades para humanizar a sociedade a partir da mediação do conhecimento, tornando-se Guardiães do Estado na perspectiva Platônica.

O AÇOUGUEIRO QUE DESPOSTOU AS ENTRANHAS DO PODER POLÍTICO NO BRASIL

Conhecido no meio empresarial como o açougueiro, Joesley Batista transformou um modesto frigorífico criado por seu Pai em Goiás, no maior grupo privado do Brasil e o maior produtor de proteína animal do mundo.

A Holding (sociedade gestora que controla conglomerado de várias empresas) J&F Investimentos, é proprietária da JBS (Friboi, Seara, Laticínios Vigor), Hipermarcas (medicamentos, higiene e limpeza), Papel e celulose, Termoelétricas, Canal Rural e Radio Rural, Alpargatas (sandálias Havaianas) e o recém criado Banco Original.

O modesto açougueiro, tornou-se em 10 anos, industrial, empresário de mídia e banqueiro. Um feito enorme de dar inveja a grandes empreendedores e capitalistas do mundo.

Assim como o Eike, que também é Batista, Joesley o açougueiro, foi agraciado pelos governantes em receber financiamentos do BNDES, investimentos de Fundos de Pensão e recursos do FGTS, todos com juros de Pai para Filho, aliás, nem todo Pai.  Sem tirar os “méritos” dos Batistas, se tornou mais fácil o caminho, principalmente tendo um Ministro da Fazenda como assessor e lobista.

Com a Lava Jato e o apetite insaciável de corruptos e corruptores, esse castelo de areia iria implodir. Se a delação da Odebrecht era chamada de fim do mundo, a de Joesley é Apocalíptica. No sentido literal do nome da operação, por mais que imaginávamos o que ocorria, as revelações acompanhadas de contundentes provas nos faz imaginar que estamos realmente vivendo o Apocalipse.

Muitos tem dito que foi muito branda as implicações para os Batista, pois preservam seu vultoso patrimônio, moram em New York e não usam tornozeleiras.

 Comparando ao que ocorreu com a Odebrecht e com Marcelo que continua preso, procede. No entanto, o açougueiro Joesley mostrou habilidade maior que o alemão Odebrecht. Se antecipou na delação, preparou o terreno da corrupção e aproveitando da intimidade com o poder, de um corte apenas despostou o já combalido Aécio Neves e antecipou o abate do fragilizado Presidente Temer.

Os dias vindouros prometem muito, várias revelações virão à tona e mais poderosos irão para o abate. Dentre os benefícios que essa operação apresenta, destaca-se o fato de anular a narrativa lulista-petista de perseguição, seletividade e de um imprensa golpista.

As instituições Polícia Federal, PGR, Judiciário e Imprensa saem fortalecidas, enquanto os poderosos corruptos e seus corruptores serão e são abatidos pelo corte fatal do açougueiro Joesley Batista.

Viva a Democracia com seus mecanismos isentos e autônomos!

IBEC CELEBRA CONVÊNIO COM A CODEBA

 

 

 

O Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Tecnologia- IBEC, ampliando e fortalecendo ações para qualificação dos seus alunos, assinou convênio de estágio com a Companhia de Docas da Bahia – CODEBA.

Publicado no Diário Oficial da União do último dia 9 de maio, esse importante convênio, objetiva oportunizar aos alunos dos Cursos Técnicos de Eletrotécnica, Segurança no Trabalho e Logística realizarem estágio na CODEBA, uma vez que Estágio Supervisionado, é obrigatório nos Cursos Técnicos do IBEC.

 Funcionado há dez anos em Ilhéus, o IBEC tem atuado de forma qualitativa na formação de Jovens e Adultos nos Curso Técnicos de Eletrotécnica, Hospedagem, Logística e Segurança no Trabalho, além dos já consolidados cursos de Pós-Graduação em parceria com a Faculdade Santo Agostinho – FACSA.

Para o Professor Reinaldo Soares, Diretor do IBEC, parceria como essa permite aos alunos vivenciarem a prática e ao mesmo tempo entrar em contato com o tão sonhado mercado de trabalho. Dezenas de nossos alunos estão empregados por conta do estágio, declara o Professor Reinaldo Soares.

Além da CODEBA, o IBEC possui convênio de Estágio com o CIEE, IEL, Abrigo São Vicente e várias empresas que, percebendo a importância do estágio, abrem seus espaços para os alunos do IBEC. Esperamos que outras instituições e empresas nos procure na tentativa de celebrar convênios, declara o Professor Reinaldo.

A 11º turma de Eletrotécnica está iniciando, não perca tempo, matricule-se nesse curso que possibilita uma remuneração média em torno de R$3.000,00 (três mil reais). Ótima opção em um cenário de crise.

 O IBEC está situado na Rua Maria Quitéria, Centro de Ilhéus, na antiga fábrica do Café Polar. O telefone do contato é 3633-3205, WatsApp 98877-2914 e o horário de atendimento é das 14:00 ás 22:00.

 

A SUPERAÇÃO DA DICOTOMIA DIREITA X ESQUERDA

O termo Direita x Esquerda é sempre evidenciado nas discussões político-ideológica. Vale salientar que essa terminologia surgiu na França Revolucionária, quando identificava a posição dos participantes da Assembléia Constituinte de acordo a posição de assento.

Durante os debates sobre a Constituição Francesa em 1789, os deputados ligados à aristocracia e aos defensores da monarquia constitucional, bem como os membros da alta burguesia, sentavam-se à direita do plenário. Esse grupo ficou conhecido na França como os girondinos, em decorrência de serem provenientes principalmente da província de Gironda. Os girondinos, ou a Direita, defendiam que o processo revolucionário fosse interrompido. O objetivo principal era consolidar as conquistas burguesas e evitar a radicalização da revolução.

À esquerda do plenário ficava a Montanha, por ser o local mais alto do parlamento. A Montanha era formada principalmente por deputados jacobinos e pelos membros do Clube dos Cordeliers. A esquerda francesa defendia medidas de aprofundamento e radicalização da revolução, principalmente as que garantiam melhorias na vida da população pobre, e que abrissem a participação política a todos os habitantes.

Essas definições mudaram ao longo das décadas na França e nos demais países. Porém, alguns aspectos principais não mudaram tanto. Apesar das várias divisões internas e das várias formas de manifestação de interesses, a direita continua a defender medidas sociais, econômicas e políticas liberais, que acabam beneficiando o livre comércio e a competitividade em todos os setores do poder econômico na sociedade capitalista.

A esquerda liga-se tanto a medidas populistas que buscam reformar o capitalismo, dando a ele uma face mais humana, quanto a propostas revolucionárias, que têm como objetivo destruir essa forma de organização social e construir uma nova, onde não haveria exploração e nem opressão de uma pessoa sobre outra.

Vejamos o que ocorreu no França neste domingo dia 07. Com mais de 60% dos votos, o centrista Emmanuel Macron foi eleito Presidente da França desbancando a esquerda, a direita e extrema direita. Simbolicamente, comemorou sua vitória distante dos tradicionais espaços sempre ocupados pelo Partido Socialista (Esquerda) e Partido Republicano (Direita).

A vitória de Macron representa uma grande passo na superação da dicotomia Direita x Esquerda justamente no país que originou essa diferença política. Essa superação se aplica também ao modelo político e perfil de políticos vigente, seja na França ou no Brasil.

No Brasil, depois de 13 anos no poder, a esquerda propiciou relevantes mudanças sociais, mais foi completamente omissa na mudança de estruturas que emperram o desenvolvimento sustentável do país, além de operar o poder pelo poder, criando uma casta de aristocratas partidários que enriqueciam ás custas de uma pseudo ideologia sustentada por um amplo desvio de recursos públicos, mantendo e ampliando uma cultura corrupta que sangra o Brasil e os brasileiros.

No que se refere a Direita, há um descaminho, em virtude da ausência de lideranças capazes de construir e representar um projeto de Nação que propicie o desenvolvimento sustentável com respeito às causas sociais e representativas de uma sociedade cada vez mais diversa e atuante.

Esse imobilismo político partidário, urge nos anseios da sociedade, práticas políticas de gestores e agentes públicos pautadas na ética e zelo com os recursos públicos que resulte em uma gestão eficaz que reflita na saúde, educação, segurança, geração de emprego e renda e mobilidade urbana para uma população que paga cada vez e usufrui cada vez menos.

Mais do que ser de Direita ou de esquerda, precisa-se ações aglutinadoras que resgate a importância e o respeito do fazer político. Ao contrários dos norte-americanos e britânicos, os franceses enfrentaram seus problemas e dilemas com otimismo, sem radicalismo e populismo.

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